Há pouco tempo atrás explodiu na grande rede um vídeo que ficou conhecido como "Zangief Kid", onde um garoto sofre gozações e até agressões físicas de 'colegas' da escola, e em uma ação de fúria deconta toda sua raiva acumulada em seu agressor, quase o ferindo gravemente.
Foi visto por milhões de pessoas em todo mundo, e repercutiu tanto a ponto de ser temas de programas de debate, educação e os tradicionais parasitas de assunto que invadem a tarde da tv.
O tal garoto foi reverenciado como herói. Deu várias entrevistas. Ídolo consagrado por sua atitude. Exemplo para crianças, adolescentes e outras incontáveis pessoas que sofrem esse tipo de atitude conhecida hoje como Bullying, mas que existe desde antes de Caim e Abel.
Não tão longe no calendário, uma escola no Rio de Janeiro foi palco de uma história de terror.
Um jovem entrou armado e destinado a matar várias crianças. Foram várias vítimas mortais e feridos. Um crime premeditado, bárbaro. O atirador teria cometido suicídio logo após ser baleado por um policial. Há relatos que essa pessoa seria vítima de 'bullying' durante sua infância e adolescência.
Vamos fazer um estudo mental.
Porque o garotinho do vídeo é reconhecido como herói?
Ele retrucou, disse BASTA! Deu voz a uma repressão guardada não só por ele, mas por muitos.
E o que diferencia ele do atirador de Realengo?
Uma arma? a idade? religião?
Até porque logo após o ocorrido já existiam na internet grandes grupos que incentivam e dão apoio ao que o jovem atirador fez naquela escola.
É preciso repensar conceitos.
É de se refletir.
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